Uma mulher, de 50 anos, foi recapturada na manhã de quarta-feira (11) durante as investigações da DHPP (Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa) em relação ao assassinato de Rinaldo Brito, de 36 anos, em Campo Grande.
Segundo o documento ao qual o Jornal Midiamax teve acesso, a captura da mulher ocorreu enquanto equipes da DHPP realizavam diligências em relação ao assassinato de Rinaldo, apontado como convivente da foragida.
A capturada estava presa por um furto, no entanto, havia se evadido do Estabelecimento Penal Feminino de Regime Semiaberto, Aberto e Assistência à Albergada de Campo Grande no dia 18 de dezembro do ano passado.
No entanto, pela manhã de quarta-feira, foi recapturado em uma casa no Jardim Paulista. Ela passou por audiência de custódia na manhã desta quinta-feira (12), e o juiz determinou que ela fosse encaminhada para o regime fechado.
Rinaldo foi executado com dois tiros nas costas e um na panturrilha. O crime ocorreu no dia 2 de março, na região da Vila Nhanhá.
Ao Jornal Midiamax, o delegado Maurício Vargas, que atendeu à ocorrência no local, explicou que a vítima estava na rua quando dois homens chegaram em um Fiat Pálio e efetuaram seis tiros, com uma pistola de calibre 9 mm.
Após executarem Rinaldo, os atiradores abandonaram o Fiat Pálio na Rua Japão, no Jockey Club. Logo, eles percorreram uma distância a pé, entraram em outro veículo e fugiram. A dupla segue foragida.
O delegado que atendeu a ocorrência ainda afirmou que a vítima tinha diversas passagens pela polícia, principalmente por tráfico de drogas e furto. Rinaldo era conhecido na região do Jardim Nhanhá e vivia em situação de rua.
Como ainda não há autoria definida, o caso será encaminhado para investigação na DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa). Uma das linhas de investigação é a guerra entre gangues existente na região.
“Ali naquele ponto tem uma guerra entre gangues, então será investigado se essa guerra tem relação com o homicídio”, explicou o delegado Maurício Vargas.