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Exportações industriais de Mato Grosso do Sul somam US$ 660,1 milhões em abril e acumulam US$ 2,41 bilhões no ano
No acumulado de janeiro a abril, o setor respondeu por 66% da receita exportadora do Estado, segundo levantamento da Fiems.
19/05/2026 10h49
Por: Davi Oliveira Fonte: Idest

As exportações de produtos industriais de Mato Grosso do Sul somaram US$ 660,1 milhões em abril, alta de 12% na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo levantamento do Observatório da Indústria da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems). No acumulado do primeiro quadrimestre, a receita chegou a US$ 2,41 bilhões, segundo melhor resultado histórico para o período.

Indústria concentra maior parte da receita

A indústria respondeu por 60% da receita total de exportações de Mato Grosso do Sul em abril. No acumulado de janeiro a abril, a participação subiu para 66%.

Apesar do avanço em abril, o resultado acumulado do quadrimestre ficou 1% abaixo do registrado nos quatro primeiros meses do ano passado.

Celulose e frigoríficos lideram os setores

Entre janeiro e abril, o setor de celulose e papel liderou as exportações industriais, com R$ 944.318.548. Em seguida, apareceram o complexo frigorífico, com R$ 890.495.881, e os óleos vegetais e demais produtos de sua extração, com R$ 260.263.370.

Também tiveram participação relevante o setor de açúcar e álcool, com R$ 87.429.006; siderurgia, metalurgia e metalmecânica, com R$ 78.487.485; e o segmento extrativo mineral, com R$ 65.032.500. Couros e peles somaram R$ 26.657.094, alimentos e bebidas, R$ 19.327.127, e os demais produtos industriais, R$ 40.550.611, totalizando R$ 2.412.561.622 no período.

China e Estados Unidos são os principais compradores

Os principais destinos dos produtos industrializados do Estado foram a China, com US$ 804,2 milhões, e os Estados Unidos, com US$ 289,3 milhões. Na sequência, aparecem Holanda, com US$ 143,4 milhões; Itália, com US$ 127,0 milhões; Turquia, com US$ 77,6 milhões; Chile, com US$ 74,3 milhões; Uruguai, com US$ 64,5 milhões; Índia, com US$ 55,3 milhões; Japão, com US$ 50,0 milhões; e Argentina, com US$ 40,8 milhões.