O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul negou que o grito de guerra violento com recém-formados da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) tenha sido criado pela instituição. Nesta sexta-feira (1º), um vídeo com os novos soldados cantando o grito de guerra viralizou nas redes sociais.
“Bate na cara, espanca até matar' é um dos versos iniciais do grito proferido pelos alunos. O grito que os militares cantaram gerou revolta por exaltar que a instituição pregaria a violência.
Em nota, o Governo manifestou repúdio pelas condutas que incentivem a violência e determinou uma rigorosa apuração dos fatos. “O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul manifesta publicamente seu repúdio a quaisquer condutas que incentivem a violência, e determinou a adoção imediata das providências cabíveis, com rigorosa apuração dos fatos e aplicação das sanções legais previstas', diz a nota.
Na mesma nota, a corporação lamentou o ocorrido e disse que o episódio consiste em uma manifestação isolada. Também, disse que o grito não foi criado pela PMMS e não faz parte de seus protocolos oficiais.
“A Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul lamenta o ocorrido e esclarece que o episódio consiste em uma manifestação isolada, não representando os valores, princípios e o padrão institucional da corporação. A expressão utilizada não foi criada pela instituição e tampouco faz parte de seus protocolos oficiais. A preparação do efetivo inclui disciplinas voltadas à valorização da vida, respeito às minorias e atuação comunitária', informou a corporação.
Por fim, o Governo enfatizou “que forma policiais para defender a sociedade, a vida, a segurança e a paz'.
A última formatura de alunos aconteceu na tarde desta quinta-feira (31), levantando suspeitas de que o vídeo seria referente a este último grupo de formandos. Rodeados por um instrutor, os alunos batem palmas, pulam e gritam os seguintes versos:
Ao todo, 427 novos soldados participaram da cerimônia, no pátio do Palácio Tiradentes, onde fica o Comando Geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. Eles passaram por 1.554 horas de formação, entre aulas teóricas e práticas.
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