O fotógrafo Fine Art, Felipe Cuoco, participa, entre os dias 19 e 21 de setembro, da Art3f Monaco, uma das maiores feiras de arte contemporânea, que ocorre anualmente em Mônaco e tem como objetivo tornar a arte mais acessível, com a participação de colecionadores, amantes de arte e o público em geral.
Sobre sua participação nesta edição do encontro internacional, o profissional comenta que suas expectativas são altas. "A Art3f Monaco, em parceria com a Van Gogh Gallery de Madrid, é uma oportunidade de apresentar meu olhar sobre a Patagônia a um público internacional exigente. Espero que minhas obras despertem reflexões e diálogos sobre a força silenciosa da natureza", afirma.
Segundo ele, estar em um evento de grande porte, ao lado de galerias renomadas e artistas de diferentes partes do mundo, é um marco em sua trajetória como fotógrafo e fortalece seu posicionamento no cenário global da fotografia fine art. "Além disso, esta presença se soma à participação na ArtMUC, em Munique, ampliando ainda mais as conexões e o alcance do meu trabalho no circuito europeu de arte", acrescenta.
Através da representação da Van Gogh Gallery de Madrid, os visitantes poderão acompanhar a série Silêncios da Patagônia, que reúne registros das montanhas, glaciares e horizontes da região que se estende entre Argentina e Chile.
"São obras que convidam à contemplação, à pausa e ao contato com a essência dos lugares intocados do nosso planeta", detalha.
A fotografia como linguagem universal
Para Felipe, a fotografia fine art ganha destaque em um evento como a Art3f Monaco. De acordo com ele, a técnica ultrapassa o registro estético e se consolida como uma linguagem artística universal, capaz de sensibilizar diferentes públicos.
"Em tempos em que a velocidade da informação nos afasta do silêncio, acredito que a fotografia fine art cumpre o papel de resgatar a contemplação e a profundidade do olhar", analisa.
O profissional também afirma que o foco de seu trabalho é a busca por narrativas visuais que consigam unir força e silêncio. "Meu olhar não se limita a registrar paisagens, mas procura revelar a atmosfera emocional que envolve cada lugar. Minhas séries — como Silêncios da Patagônia e O Chamado do Pantanal — são construídas como jornadas visuais, que podem conectar o espectador à experiência de estar diante da natureza em sua forma mais autêntica", revela.
Aos visitantes da feira, o fotógrafo deixa um recado: "Espero que cada obra desperte não apenas a contemplação estética, mas também a consciência sobre a importância da preservação dos nossos ecossistemas. Mais do que observar fotografias, desejo que as pessoas sintam a experiência de estar imersas nesses cenários".
Para acompanhar o trabalho de Felipe Cuoco, basta acessar: http://www.felipecuoco.com.br
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