Agência Brasil, inicialmente seria desnecessário que o deputado ou senador indicasse onde ou como o dinheiro seria gasto.
Segundo a Transparência Brasil, a ''emenda PIX'' dificulta o rastreamento da verba pelos órgãos de controle e viram ''terreno fértil para ineficiência e irregularidades''.
Em agosto deste ano, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD) declarou que as emendas RP-6 devem ter a destinação informada previamente pelos senadores. Além disso, destacou que devem ser enviadas prioritariamente para obras inacabadas.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a execução das antigas ''emendas de relator'', a RP-9, justamente por falta de transparência na utilização do dinheiro. Por conta de um jornal que denunciou o caso, a emenda RP9 ficou conhecida como ''orçamento secreto''.
A ação continua e diversas reuniões entre os chefes do Legislativo e o ministro já foram feitas. O Poder Legislativo garante que já solucionou os problemas de falta de transparência.
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