Do sonho do pódio à manutenção da rotina de treinamentos, o esporte de alto rendimento no Brasil depende significativamente de investimentos públicos. Programas como o Bolsa Atleta atendem a quase 90% dos atletas olímpicos do país. Além disso, mecanismos como as leis de incentivo ao esporte já destinaram mais de R$ 17 bilhões ao setor nos últimos anos.
Apesar disso, avaliações apontam desafios relacionados à gestão e ao planejamento das políticas públicas.
O tema foi debatido na Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados, com foco nos próximos desafios do esporte nacional e na preparação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
Veto presidencial
O deputado Sergio Santos Rodrigues (Pode-MG) fez críticas a um veto presidencial a trecho da Lei Geral do Esporte que permitia a isenção na exportação de equipamentos de ponta para atletas de alto rendimento.
"Acho que a gente tem algumas pautas importantes do esporte olímpico. Uma delas é derrubar um veto que foi feito a Lei Geral do Esporte para darmos uma
isenção à importação de equipamentos olímpicos. Acho que isso é fundamental."
"É muito fácil, de quatro em quatro anos, querer que a gente suba no palco e ganhe a medalha. Sem saber que, durante esses quatro anos, tem um trabalho que é muito difícil de sustentar", acrescentou.
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