Marquinhos trocou de partido para concorrer a deputado federal, mas fez a transferência fora da janela partidária, o que pode custar o mandato dele.
Ao anunciar a troca, Marquinhos apresentou uma autorização assinada pelo ex-deputado Enelvo Felini, vice-presidente estadual. A alegação é de que o presidente m, conhecido como Cadu, nem reside no Estado e comanda o partido “à distância”, direto do Rio de Janeiro.
Quando a reportagem publicou que Marquinhos trocou de partido, vários eleitores do suplente, Salah Hassan, cobraram na rede social a entrega do cargo. Ele teve 2.411 e assume o mandato se tiver autorização judicial ou se Marquinhos seja eleito deputado federal, cargo que pretende disputar.
Esta não é a primeira confusão envolvendo o PDT com filiados. O partido também vive uma guerra judicial com o deputado Lucas de Lima. Ele solicitou saída do partido por falta de espaço e depois que Marquinhos entrou.
O processo se arrasta há mais de um ano na justiça e Lucas deve concluir o mandato sem solução para o caso. Lucas saiu com autorização do TRE, mas o TSE reverteu a decisão. Ele recorreu e o processo segue travado. Glaucia Iunes assumirá se Lucas for condenado após trânsito em julgado (perder em todas as instâncias).
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