Flávio não teve dúvidas ao declarar que uma das vagas será de Reinaldo Azambuja (PL), mas derrapou ao falar sobre segunda vaga.
Indagado sobre a carta de Jair Bolsonaro, escolhendo Marcos Pollon (PL), Flávio disse que o pai não sabia do acordo para que pesquisa indicasse o nome.
O pré-candidato à presidência disse que pesquisas definirão o candidato. Depois, voltou a confundir, afirmando que o pai dará a palavra final.
“Se tiver que ser o Pollon, vai ser o Pollon. Se tiver que ser o Contar, vai ser o Contar. A palavra final vai ser do presidente Bolsonaro”, declarou.
Ficou a dúvida se as pesquisas serão de fato aceitas , se o pai definirá ou se Flávio citou o ex-presidente apenas para dizer que ele continua mandando.
A declaração de Flávio provou ainda mais confusão no PL, que vive a expectativa de quem será o segundo escolhido.
Contar torce para que pesquisas definam o candidato, porque aparece na frente nos estudos feitos até o momento. Já Pollon torce para Jair Bolsonaro manter a palavra e indicá-lo. Para isso, conta com apoio de Michele Bolsonaro, que é amiga d esposa dele, Naiane Bitencourt.
Pollon pode sofrer o mesmo golpe que Gianni Nogueira (PL), anunciada por Bolsonaro como possível escolhida e depois esquecida.
O trio (Contar, Pollon e Gianni) não trocou de partido e, como o prazo para troca venceu, estão nas mãos da decisão das lideranças.
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